AFS Intercultura Brasil oferece 20 bolsas de intercâmbio cultural

Em comemoração aos 60 anos de atividades no país, ONG oferece cinco bolsas parciais para a Itália e 15 para a América Latina.

Bolsas AFS 60 anos - Itália e América Latina
Bolsas AFS 60 anos – Itália e América Latina

O AFS Intercultura Brasil abre inscrições para 20 bolsas parciais de intercâmbio cultural escolar, com duração de um semestre acadêmico em 2017. Contabilizando cinco bolsas para a Itália e 15 para a América Latina, o programa é voltado para estudantes do primeiro ou segundo ano do ensino médio da rede pública, ou que sejam bolsistas de escola particular, com idade entre 15 e 17 anos. Para a América Latina, as bolsas dividem-se entre Argentina/Uruguai, Chile, Colômbia, Costa Rica e Paraguai.

O objetivo do AFS – organização voluntária de intercâmbio não governamental e sem fins lucrativos – é promover um impacto significativo e oferecer uma oportunidade única na vida das pessoas. A taxa de adesão para os selecionados é de US$ 500. Para a diretora nacional do AFS Intercultura Brasil, Andreza Martins, no ano de comemoração dos 60 anos de atuação da ONG no país, três valores se destacam: oportunidade, diversidade e inclusão.

Martins orienta que os intercambistas se informem bastante sobre o país e que não tentem controlar tudo. “Existe espaço para aprendizado quando nos abrimos para o novo e para o desconhecido. É importante se dar conta que não é somente estudar no exterior, é viver”.

Segundo a diretora nacional, todos os custos do AFS são para desenvolver pessoas, sejam eles intercambistas, famílias hospedeiras, ou voluntários que dão suporte aos programas. “Daí o grande efeito multiplicador do AFS. Para cada intercambista, temos pelo menos quatro voluntários envolvidos: conselheiro, presidente do comitê, orientador e treinador”, explica.

Perfil do bolsista: jovens que exercitam a cidadania e buscam gerar mudança no mundo.

Compromisso do bolsista: promover o Brasil no país de destino e enviar um vídeo durante a experiência, se envolver nas atividades do comitê a partir da seleção e engajar-se como voluntário ao retornar, promovendo o destino ao retornar ao Brasil.

Outros requisitos: médias acima de oito no boletim, não constar reprovação no histórico escolar, ter renda familiar bruta de até cinco mil reais (holerite e imposto de renda dos responsáveis), demonstrar interesse em viver uma experiência intercultural, e residir em um estado onde o AFS atua.

Além do Distrito Federal, a instituição está presente nos seguintes estados: Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

As inscrições serão avaliadas até a quinta-feira, 1º de setembro.

Mais informações para as bolsas do AFS 60 anos para a Itália em: http://www.afs.org.br/bolsas-afs-60-anos-italia.html

E para as bolsas do AFS 60 anos para a América Latina: http://www.afs.org.br/bolsas-afs-60-anos-america-latina.html

O que está incluso nos programas?

  • Passagem aérea internacional (ida e volta);
  • Seguro médico;
  • Hospedagem em família;
  • Colocação em escola;
  • Livros escolares;
  • Passagem casa x escola x casa;
  • Atividades de orientação.

O que não está incluso?

  • Despesas com emissão de visto;
  • Passagens domésticas no Brasil;
  • Uniforme escolar no país de destino se necessário.

Sobre o AFS

O AFS Intercultura Brasil é uma organização voluntária de intercâmbio não governamental e sem fins lucrativos, comprometida em oferecer oportunidades de aprendizagem intercultural. Fundada há 60 anos no país, a instituição está presente em 18 estados, contando com cerca de mil voluntários.

A ONG é Integrante do AFS Intercultural Programs, antigo American Field Service. A organização mundial está presente em 110 países e realiza mais de 12 mil intercâmbios por ano, com a colaboração de 42 mil voluntários em todo o mundo.

Criada em 1914, a instituição AFS nasceu quando jovens idealistas se recusaram a participar dos combates da Primeira Guerra Mundial, e entraram no campo de batalha como motoristas de ambulância para socorrer feridos, independente de sua nacionalidade e cultura.
Desde então, adotou a paz como um dos pilares da sua missão, que consiste em ampliar o acesso às competências interculturais necessárias para a formação de cidadãos globais que possam lidar com os desafios do mundo contemporâneo e contribuir para um mundo justo e pacífico.

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